Alok, cuyo nombre verdadero es Alok Achkar Peres Petrillo, es un DJ brasileño de gran fama internacional. Nació en Goiânia, Goiás, Brasil, el 26 de agosto de 1991. Se distingue por ser un DJ que ha logrado combinar perfectamente su conocimiento, talento y técnica, logrando figurar como uno de los mejores en Brasil. Entre sus canciones más escuchadas están: "Superstition", "We Need Hip Hop", "Put Some Sax On", "House Hop", "The Future", "Winter Sunset", "Hear Me Now", "Never Let Me Go", "VillaMix", "Big Jet Plane", "Ocean", "I Miss U" y "Próximo amor". Niñez, Juventud y Vida Familiar Alok, de ascendencia india, italiana, portuguesa y libanesa, es hijo de Adriana Peres Franco y Juarez Achkar Petrillo, quienes también son DJ. Tiene un hermano gemelo de nombre Bhaskar Petrillo. Sus padres fueron los creadores Universo Paralello Festival, el evento de música más internacional de Brasil, que se lleva a cabo anualmente al sur del estado de Bahía. Inicios de Alok en la Música Alo...
El género musical Electrónica es un estilo de música que utiliza principalmente instrumentos electrónicos y tecnología de producción de audio para crear sonidos y efectos. Este género puede ser muy variado en términos de sonido, desde música ambiental hasta música de baile bailable. La electrónica también puede incorporar elementos de otros géneros musicales, como el pop, el rock y el hip-hop. Los productores de música electrónica a menudo utilizan software de producción de audio y controladores MIDI para crear y manipular sonidos. Los géneros dentro de la electrónica incluyen el techno, house, trance, dubstep, drum and bass, entre otros.
Na diversidade do país aonde a cultura expressa, muita gente se pergunta aonde o Brasil começa
Será que é mesmo lá em Brasília, onde impera o poder e a desigualdade social
Ou será que é no território do povo tradicional?
A resposta é muito clara, mas é invisibilizada a luta desse povo guerreiro
Talvez nós não contribuímos para que o Brasil seja um país de primeiro mundo
Mas do Brasil nós somos os primeiros
Não contribuímos dessa forma, onde a cultura é engolida e matada
Onde o valor tá no dinheiro, se não tem não vale nada
Hoje em dia ainda me lembro das parábolas de uma liderança
Pois palavras como essa eu guardo como herança
Um certo dia lhe perguntaram como era a cerca
Como era o território de antigamente, pois essas terras eram nossas e dividimos pra muita gente
Ele logo respondeu: O território é cheio de ciência, o limite de uma terra está em nossa consciência
Não tem levado em consideração nosso conhecimento tradicional
Nós estamos sendo sufocadas pelo Congresso Nacional
Urucum e Jenipapo, a força está de pé, o que nos sustenta é a força do Pajé
O que nos orienta é espiritualidade, chegou aqui agora Guerreiras da Ancestralidade
Vamos seguir lutando, microfone, Maracá e Nhandesys, o poder da palavra Xakriabá e Guarani
Nós somos um povo que resiste pela força do cantar
Antes do Brasil da coroa existe o Brasil do cocar!
Provocamos a sair dos 4 tempos e a entrar num outro tempo de uma escuta mais sensível
Com mais delicadeza
Podemos até tocar no 4 tempos mas que seja o tempo da natureza
O tempo das águas, da seca, do frio… É diferente, é o tempo do vento
Nossa luta é pela retomada do tempo e não exatamente uma luta contra o tempo
Procurar o ritmo do canto e da música é ter um olhar de caçador, para acertar o tom
Como tocar as pessoas sem desmatar?
É descolonizar, é reflorestar o som
A construção desse trabalho, foi construído pelo roteiro do coração com muitas mãos
O útero da Terra foi nos guiando
Nosso desejo é que através da música as pessoas retomem o sorriso
A ponto delas irem embora do show e alma continuar dançando
Que a humanidade entenda o quanto a importância de voar é cuidar do lugar onde estamos pisando
Assim vamos retomar o sentido da vida e o coração continuará pulsando
Somos a possibilidade de cura para o planeta para acabar com todo mal
Somos a raiz do passado que conecta com o hoje e O Futuro é Ancestral